Visões deturpadas do sistema

imageOlá caros amigos que seguem aqui o Efeito de Causa. Sei que não estou tendo tantas postagens e frequentes como deveria, mas como expliquei antes, alguns transtornos tem dificultado as postagens. Mas em breve estaremos no gás de novo.

Eu sempre tento evitar o sistema como foco central, mas toda dissertação que proponho ou que alguns colegas propõem, não conseguimos faze-las sem que o sistema seja falado.

Preguiça de ler? Então ouça!

Até parece que sou contra a religião, mas como nas postagens anteriores afirmo que não, que não sou contra a religião mas sim contra o sistema.

A religião é pessoal e individual, como na carta de Tiago cap. 1 ver. 27, não podemos fazer a caridade ajudando o próximo e os necessitados pelas mãos dos outros, neste caso, seriam eles que fariam.

Sendo a religião íntima e pessoal, podemos compreender que o sistema não pode fazer caridades, ou bem ao próximo por nós. Se damos nosso dinheiro na esperança que o sistema fará, ou ele não fará ou fará a sua própria caridade. Você apenas deu dinheiro.

imageO que imaginamos não importa, mas a ação, ou seja a obra. Se fosse válido outros fazerem por nós, bastaria negociar com qualquer pessoa que faz caridades e estaríamos quites com o Pai. Mas agir assim até o sistema diz que não tem serventia.

Então surge a pergunta, como pode haver dois pesos e duas medidas?

Não serve.

Se somos o Sal da Terra, como Jesus, o Cristo ensina em seu sermão da montanha. Somos o Sal e não podemos perder o sabor ou para nada servirá a não ser para ser calcado pelos homens.

Se não praticamos a caridade por nós mas depositamos esta função a outro e em geral a um líder religioso, estamos sendo apenas o Sal sem Sabor. Não temos serventia. Se deixarmos de pagar, por exemplo, nosso dízimo dentro do sistema, ele vai nos calcar pois não temos para ele mais serventia.

Triste mas real!

E isto eu posso falar de experiência própria.

Desta forma, para te manter preso ao sistema, eles mostram uma face de um deus que não é nada boa, um deus malvado e orgulhoso, que precisa que você lhe dê dinheiro para retribuir seus favores. Como se fosse uma propina.

imageUm deus que se você não dançar para ele, ele ficará insatisfeito, se não gritar seu nome, ele não te ouvirá e se gritar talvez te escute.

Dizem que para agradar a este deus é preciso muita coisa, observância, recato desmedido, seguimento cego e incondicional, não questionar jamais e somente acreditar sem mesmo buscar.

Na carta aos Gálatas, Paulo expressa aquilo que desagrada ao Pai, mas não porque o Pai fica triste ou irritado, como a visão deturpada do sistema quer que você veja, mas porque estas coisas prejudicam a nós mesmos.

O Pai nos deu a vida para que ela fosse bem usada, aproveitada, e que dela tiremos o máximo que ela pode nos oferecer, sem que com isso prejudiquemos a alguém ou a nós mesmos.

Procure em qualquer lugar desde o Gênesis até o Apocalipse, se você encontra uma só passagem que diz o contrário! Não encontrará. Mas encontrará muito o louvor sempre de forma festiva.

imageFestejamos para nós em honra do Pai. Simples assim. Sem hora marcada, sem demanda de tempo, apenas congregamos com quem amamos e nos está próximo, compartilhando de nossa alegria e felicidade, para que outros estejam conosco nesta alegria. Isto é louvor!

Não festejamos para que as outras pessoas vejam nossa felicidade, mas para que elas COMPARTILHEM da mesma! E isto amigos, faz toda diferença.

Para isto chamamos quem nos é próximo e quem nos está próximo. Esta é a verdadeira congregação, não pessoas que não conhecemos que estão ao nosso lado por imposição, mas se te  encontrar na rua viraria a cara ou no máximo cumprimentaria por obrigação.

Congregar é dividir, seja as alegrias ou as dores.

Nas dores consolamos para sermos consolados. Nas alegrias damos para recebermos.

Mas isto é diferente de baladas aonde o que existe é brigas, confusões, bebedeiras alucinantes e tudo o mais.

Tirando aquilo que ofende ao Pai, vamos ver o que Paulo descreve sobre o que agrada ao Pai:

Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não há Lei.
Gálatas 5: 22, 23

Percebem uma coisa interessante, contra estas coisas não há Lei!

Nem mesmo uma só lei proíbe o Amor, o gozo ou alegria, a paz de espírito e longanimidade. Tudo isto se consegue, no próprio versículo ele ensina, com a bondade, a fé, a mansidão e temperança!

Sem temperança, jamais teremos uma vida longa e muito menos paz. A fé é acreditar no poder que estas coisas tem em nossas vidas e que são reais! Tão reais que qualquer um pode experimentar que terá retorno em forma de bons frutos.

A Mansidão nos dá paz e a bondade é a expressão pura do Amor.

E porque estas coisas todas não estão sujeitas a Lei? O sistema não ensina, mas Paulo sim! E na mesma carta, veja:

Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
Gálatas 5: 14

Sem dividir tudo isto com o próximo não será amor.

Que em resumo, Amor é a única religião pura e verdadeira para com o Pai, pois é o próprio Pai.

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