Poesias…

imageAs Escrituras possuem uma importância histórica enorme, elas contam histórias e fatos que certamente já teriam sido esquecidas após milhares de anos.

Não devemos levar tudo o que lhe contém ao pé da letra, isso seria um erro que, com toda a certeza, levaria a erros irreparáveis.

Isso o sistema religioso tem grande destreza em fazer com seus textos, corrompendo-os e lhe atribuindo fatores sagrados que não são reais.

Preguiça de ler? Então ouça!

A Torá, o Livro da Lei, é tido como sagrado. O que poucas pessoas sabem é que ele não é exatamente o Livro da Lei e sim o Livro dos ensinamentos do Pai o qual contém as leis.

O fator “pé da letra”, utilizado pelo sistema para corromper muita coisa, deve ser sumariamente erradicado. Devemos ler no contexto, fato, mas temos que ter certas regras em mente. Algumas delas já ditas antes, como saber para quem foi escrito, por quem foi escrito, quando foi escrito e porque foi escrito (as circunstâncias do texto), assim entenderemos se a leitura deve ser mais literal, educacional ou espiritual.

Um exemplo disto, é entender que muitos escritores eram poetas e utilizavam de “licenças literárias”, para escrever seus livros.

Muitas coisas eram cantadas, como a Criação por exemplo.

Na leitura traduzida, por exemplo, se perde muito da poesia e acaba que o próprio texto se empobrece.

Mas um texto não contradiz uma realidade e a realidade não contradiz, por sua vez, um texto.

A Criação nas Escrituras, ela se dá em sete períodos, dos quais seis são de momentos de criação.

Analisando o texto hebraico, logo de início descreve que o Criador pairava sobre as águas, porém as águas ainda não haviam sido criadas.

O mesmo acontece com o conceito de dias. A Criação no contexto das Escrituras não se dá em sete dias, mas em sete momentos. Na Bíblia isso já é tido como uma realidade e os dias de criação passam a ser apenas seis e um de descanso.

Ora, por isso devemos ler os textos na forma de Escrituras para compreender o contexto.

O dia e a Noite só foram criados no quarto momento, então como explicar os três primeiros dias?

Alguns charlatães, explicam aos fieis de sua igreja que a tradução foi equivocada e o dia foi criado junto da Luz no primeiro instante e outros pastores, menos inspirados dizem que, simplesmente devemos aceitar e não questionar.

O fato que a poesia cantada é diferente do que explicam, a criação foi feito em sete momentos e o quanto de tempo leva cada um destes momentos, é um mistério.

De forma poética, o autor cita “Veio a tarde e veio a noite”, então um novo dia da criação inicia. Isso é o mesmo que cenas de um filme aonde as imagens são aceleradas, ou mostra a o Sol se levantando e se ponto para mostrar que o tempo estava passando.

Nisto, concordam muitos dos sábios Judeus e hoje intérpretes literários da Torá e Tanach.

Então teve o Criador sete momentos para criar, cada um levou o tempo que foi necessários para passar a existir.

Sabemos através de estudos científicos que o ser humano foi uma das senão o último ser vivo a passar a existir, assim como na ciência, nas Escrituras dizem o mesmo.

imageO Sopro de Vida (Ruach Hakodesh ou Espírito Santo), recebido por Adão, é a idade da consciência humana, quando por fim a humanidade deixou de ser apenas animais de instintos selvagens e passou a ter consciência de sua existência e de um Criador.

Desta forma, conhecendo a poesia da Criação,entendemos então que o sétimo dia da Criação somos nós e continua até os dias de hoje. A esta razão poética e a leitura de momentos de Criação, a própria Escritura não é contra a ciência da existência do Universo.

  • Big Bang;
  • formação dos sistemas;
  • esfriamento e formação dos oceanos;
  • surgimento do dia e noite com o resfriamento, plantas e árvores;
  • Surgimento dos animais;
  • Seres humanos com consciência de sua existência.

Acaso? Coincidência? Acho que não.

A poesia é utilizada também nas visões de Ezequiel e Apocalipse, porém, como já disse antes, com as traduções os textos tomam um caráter mais dogmático que poético.

A Bíblia, o conjunto das escrituras que foram escolhidos por homens maus e sedentos de poder, como Constantino, diversos papas, Calvino e muitos outros, além de retirar das escrituras textos e livros, eles queimaram muitos destes que consideraram apócrifos e não inspirados. Sendo que muitos livros se perderam para sempre.

Quem deu o ar de sagrado a Bíblia foi a religião, principalmente a protestante, que deturpou a realidade a tal modo, que o conteúdo deixou de ser importante, mas o livro em si se tornou “sacro”. Os idólatras mudaram de nome para bibliólatras.

Assim sendo, é preciso tomar cuidado ao ler as Escrituras para não cair em erro. A primeira coisa a se fazer e não ler como Bíblia, que linka diversos versículos diferentes para formar frases jamais ditas e sim ler textualmente. Compreender o que cada autor quis deixar de mensagem ao seus leitores.

imageAo ler os Evangelhos, além disso tudo que já dissemos, é necessário entender que o Evangelho é a vida do Verbo que se fez Carne, então daqui para diante os textos são ensinamentos puros do próprio Verbo.

Nestes ensinamentos, nas palavras e atos, em seus exemplos que devemos nos espelhar e buscar a verdade, a liberdade, a vida e a luz.

Não adianta procurar em outras partes das Escrituras porque aqui é dado o reconhecimento de quem somos e o que somos. Aqui aprendemos que todo o Evangelho está dentro de nós, que o Pai é AMOR e não um deus. Deuses são pequenos demais para expressar o que e quem é o Pai, o Criador, o Altíssimo.

As cartas apostólicas, estas mostram através dos apóstolos como ser para com o próximo. Que somente o Amor ao próximo é o que realmente importa. Na Obra e na Fé.

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